martedì 30 novembre 2010
Solidão
''Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.''
(Clarice Lispector)
lunedì 29 novembre 2010
domenica 28 novembre 2010
♥
Eins, zwei, drei, vier, wodka, Gin, bacardi... bier.
fünf, sechs, sieben, acht, ich feier die ganze nacht. \o/
-
Dedico esse post a minha deusa.*-*
Natal e Fim de ano, promete. \o/
Vão ser perfeitos, porquê ao seu lado estarei, mylady. <3
Tay, te amo! G♥
(EnferNoir)
sabato 27 novembre 2010
Pobre de amor.
...
Outra noite sem fim
Aumentou meu sofrer
De cigarro em cigarro
Olhando a fumaça no ar se perder
Vivo nessa melancolia
Que não posso esquecer
Um momento sequer
Vivo pobre de amor
À espera de alguém
Que nunca vai chegar.
...
(EnferNoir)
venerdì 26 novembre 2010
giovedì 25 novembre 2010
Sabe... faz tempo que não bebo - respectivamente - que fiquei bebada, porque embreagada,
nunca deixei de estar.
mais ando fumando como nunca.
Maldito, mais companheiro cigarro. (:
Tenho tido fadiga da vida!
Melhor, então, ficar calada do que falar besteira - diz-me a voz da razão.
Continuo, pois, aqui calada - a esperar a melhor hora para voltar a falar de amores - de dores.
O sino ecoa a melancolia. Triste de mim ser poeta. Triste do mundo, ter poetas como eu.
Sinto vergonha de mim - não por amar demasiadamente - mas por tornar-me a última opção de quem tanto já sofreu por amor...
Não quero esperar a eternidade por migalhas de amor - eu quero o todo - pois, assim são os sentimentos - feitos do todo, não apenas de metades - de restos.
(EnferNoir)
...
Embora não pareça me sinto parcialmente igual a essa rosa!
sem esperança
Sem amor
Sem vida
Sem cor
Sem alma!!Sem espirito!!!
(EnferNoir)
sem esperança
Sem amor
Sem vida
Sem cor
Sem alma!!Sem espirito!!!
(EnferNoir)
Medo de amar.
É o medo de amar. De ser contagiada por essa doença tão vil, que sufoca e mata lentamente, torturando cada pedaço de mim.
Era medo de amar e não ser amada. Ser conquistada pouco à pouco apenas pelo capricho da arte de seduzir. Porque nada melhor do que ter alguém que se jogue aos teus pés, que lamba o chão por onde pisa, recolha tuas bitucas de cigarro do chão, enxe teu copo e nunca te diz não.
Era o medo de entregar não meu coração, mas meu corpo. Entregar-me sem pudor, colocar as armas na mesa e me deixar ser tomada. Cada pedaço de mim doiria depois da partida, se eu me deixasse ser cativada.
E aquele sorriso tão fácil de amar, aqueles olhos tão difíceis de se parar de admirar, cores tão misturadas, tão confusas e tão límpidas em seu próprio jeito de brilhar. Aqueles lábios carnudos, cheios de desejos mundanos e muita libido.
Alguns cigarros queimados, alguns copos espalhados e as roupas jogadas no chão. É assim que eu me encontraria em tua casa, ao lado do teu corpo nu, e a luz delineando cada parte encantadora em você.
Eu previ. E eu tinha medo de te amar.
Amar com tanta intensidade como a que eu desejava possuir teu corpo, tua alma, teu coração. Intensidade essa que equivaleria ao um orgasmo depois de uma transa selvagem contigo no tapete da tua sala. Intensidade com que trago a última ponta do meu cigarro, antes de jogá-lo janela à fora.
É a intensidade de um gole, de uma foda, de um cigarro, de uma noite louca ao teu lado.
Era com essa intensidade que eu tinha medo de te amar, então não te amei.
(EnferNoir) ~ Créditos a Nanda <3
mercoledì 24 novembre 2010
ilusão
Iscriviti a:
Commenti (Atom)











